em breve

Abigail Margarida dos Abranches

professoraAbigail e Marcos eram um casal que morava no bairro Abranches, em Curitiba no Paraná. A esposa era professora de exatas, enquanto o marido era funcionário de um dos bancos mais famosos do estado. A grande paixão da mulher era plantar margaridas, seja na sacada da casa ou então no jardim. Por ser vista diariamente cuidando das suas plantinhas, Abigail acabou recebendo o apelido de Margarida.

Com o tempo, o casamento de Marcos e Abigail foi esfriando e as coisas piorando, por esse motivo a professora acabou por ter um caso com um dos seus alunos da faculdade. Em um final de semana, seu marido sairia para uma viagem de negócios, ciente de que ficaria sozinha, a mulher convidou seu amante para dormir com ela.

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Carona no km 124

Arraial_Praça_Maria_Aragão_11_06_2011 015Havia uma cidadezinha no interior de Pernambuco, era um lugar muito pobre, onde a principal atividade era a comercialização da palma, planta típica da região. Nesse vilarejo moravam Iracema uma menina de 6 anos, João Neto que era seu irmão de 4 anos, Selma a mãe e Joabe que era o pai.

Mesmo com toda a pobreza, a família vivia muito feliz, Iracema era uma menina muito doce e inteligente, tanto que com apenas 6 anos ela já tocava violão com seu pai. A alegria da menina era estar junto do instrumento, à paixão era tanta que a garotinha chegava a dormir com o mesmo ao seu lado.

Certo dia, o pessoal do bairro resolveu organizar um arraial para comemorar o dia de São Pedro e também em homenagem ao aniversário do Seu Manoel, um velhinho muito gente boa que era considerado um dos mais sábios e simpáticos da cidade.

Joabe, pai de Iracema, foi convidado para tocar na banda que animaria a festa, ao saber que seu pai tocaria no arraial, a menina ficou toda animada e foi logo dizendo que também gostaria de subir ao palco para mostrar a todos as canções que tinha aprendido.

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Sanfoneira fantasma da Vila Torres

Sanfoneira fantasma da Vila Torres

fantasmaDoraci era uma jovem que morava em Curitiba, mais especificamente no bairro Vila das Torres. Isso aconteceu em meados da década de 70. A garota sempre foi diferente das outras meninas, uma vez que sempre vestia camisa xadrez, tinha cabelos bem curtos, era gorda, bem masculina e rude, por esses motivos o pessoal da comunidade a chamava de lésbica.

No entanto, por trás de toda aquela feição bruta, existia uma menina doce e sensível, Doraci era apaixonada por música e tocava de ouvido a sanfona do seu falecido avô. Dona Ana, sua mãe, era viúva e acabou por arrumar um namorado chamado Devair. Em pouco tempo o homem já estava morando com mãe e filha, o problema é que o mesmo era um daqueles evangélicos bem rígidos, por isso sempre implicava e maltratava a pobre garota.

Devair sempre dizia que Doraci deveria ser mais feminina, deixar o cabelo crescer e usar vestido. No entanto, as implicações não paravam por aí, o homem também não gostava do acordeom que a garota vivia tocando. Certa noite, a mocinha foi chamada para tocar gaita em uma festa junina no bairro Rebouças, o problema é que o seu “padastro” a proibiu de comparecer ao evento.

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A Menina da Vela

A Menina da Vela

menina da velaSibila era uma menina de quatro anos de idade, a pequena adorava coisas místicas, ou seja, estrelas, fantasmas, fadas, entre outros. Um dia, ela e sua mãe estavam passeando pela rua quando passaram por um local onde havia acontecido um assassinato. Ao ver o corpo no chão, a jovem se aproximou do mesmo e disse: Olhe mãe: Tem uma menina segurando uma vela ao lado do morto! Sílvia que era a mãe da menina chegou mais perto, mas não conseguiu ver nada, diante disso ela pegou na mão de sua filha e continuaram caminhando.

Passaram-se 15 dias do acontecido, Sibila e sua mãe foram até o cemitério para a exumação dos indigentes. Ao chegar ao local, à menina logo gritou: Mãe! A menina da vela está ao lado de vários túmulos aqui! Ela só está aqui ao lado dos falecidos, por que ninguém jamais acendeu uma vela para eles! Ao escutar isso, Silvia ficou muito intrigada e resolveu pesquisar melhor a respeito do assunto, tanto que ao chegar em casa, ela logo foi até um site de buscas, a fim de obter maiores informações sobre as visões da filha.

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